Computador de bordo, central de despacho com jurisdição, atendimentos 190 com perfis secretos, perícia com cadeia de custódia, justiça, presídio, carreira e comando. Num único resource, com interface própria e pensado para o roleplay policial de verdade.



A atualização que os oficiais pediram: o detido vai a pé até a viatura, nenhum chamado fica aberto para sempre e todo crime do servidor chega à central.
Briga, condutor embriagado, invasão, vandalismo, pessoa em risco, assalto a pedestre e ponto de droga. Agora são 14 cenários.
Ver cenários → MapaChamados em Los Santos, Sandy Shores, Paleto e zona rural, não só no centro da cidade.
Ver atendimento → Central de alarmesBancos, caixas eletrônicos, lojas, residências, joalheria e carro-forte abrem ocorrência. O roubo que o framework descartaria chega como testemunha.
Ver alarmes → Sem spamDisparos do mesmo fato somam na mesma ocorrência, com limite por minuto. Policial em serviço não vira denúncia.
Ver alarmes → DespachoO pager toca para o departamento da área. Sem ninguém da área em serviço, os outros são chamados em apoio.
Ver despacho → TurnoInício com efetivo, ocorrências e ordens do dia. Fim com o relatório do plantão. Bater o ponto na delegacia já abre o turno.
Ver turno → InterfaceNotificação, interação e progresso desenhados pelo sistema, com o assunto e a cor do departamento. Nada de notify de outro resource.
Ver HUD → InterfaceAs peças desviam do chat, do minimapa e de outras HUDs. Com /hudpolicia, o oficial arrasta cada uma para onde quiser.
Ver HUD →A maioria dos scripts de polícia entrega uma tela de consulta e um alerta no canto. Aqui, cada turno tem começo, meio e fim. Cada chamado tem uma verdade escondida, cada prova tem integridade, e cada decisão do oficial é avaliada.
Lojas, caixas eletrônicos, bancos, joalheria, carro-forte, residências, roubo de veículos e disparos chegam à central, com o suspeito vinculado.
Abordar, identificar, revistar, fotografar a prova, usar luvas. A nota do atendimento compara o que o oficial fez com o que realmente aconteceu.
Câmera corporal, conduta do oficial, confiança dos bairros e corregedoria. Abuso deixa rastro e bom trabalho é reconhecido.
O oficial bate o ponto na delegacia e o turno abre na hora, com um briefing de verdade. Quando sai, recebe o relatório do que fez.
Na delegacia do departamento. Indicativo de rádio próprio (1-ADAM-12), unidade e câmera corporal ligadas.
Efetivo em serviço, ocorrências abertas e três ordens do turno tiradas do mapa de confiança dos bairros.
Pager com jurisdição, rondas, blitz, atendimentos 190, abordagens e prisões. XP e estatística a cada ação.
Tempo de serviço, ocorrências, prisões, multas, vestígios, XP, variação de conduta e ordens cumpridas.
Cada chamado vira uma ocorrência com código 10, prioridade, local, unidades e linha do tempo. A chegada é medida pelo servidor, pela posição real do oficial.
Integração direta com o vRP e com os sistemas de roubo do servidor. O passaporte de quem disparou vira suspeito e pode deixar digital na cena. Roubo que o framework descartaria no sorteio chega depois, como uma testemunha ligando para o 190.
A Central gera chamados com NPCs no local. O perfil de cada envolvido é sorteado no servidor e nunca vai para a tela: inocente, armado, com mandado, bêbado. O oficial só descobre investigando.
Mire no cidadão ou no carro: o painel de abordagem traz ficha, sinalizações, licenças, mandados e as ações certas para o momento.
Prisão só na sala de fichamento, com o detido algemado e presente. A pena é calculada pelos artigos, com atenuantes e agravantes, e o desconto máximo depende da patente.
Sangue, estojos, digitais e fragmentos aparecem no mundo para quem está em serviço, com lanterna ou luz forense. A qualidade da coleta decide o laudo.
O que separa um servidor comum de um servidor premium: o oficial sente o peso do trabalho e a cidade reage ao que a polícia faz.
Grava cada ação no servidor. Uso de força com a câmera desligada abre processo automático na corregedoria.
14 bairros de 0 a 100. Bairro confiante coopera e manda denúncias anônimas; bairro hostil esconde testemunhas e foge mais.
Conduta exemplar rende mais XP; abaixo de 45, a promoção trava. A ouvidoria permite ao cidadão elogiar ou denunciar.
Cone, barreira, cavalete, holofote que acende, sinalizador com fumaça, tapete de pregos que fura pneu, fita e tenda pericial.
Rádio ao mudar status, bloco ao multar, revista, placa de fichamento com nome e número, continência na condecoração.
Presença no bairro de menor confiança, policiamento onde houve mais ocorrências e uma meta de procedimento.
Avisos, interação, progresso e cartões são desenhados pelo próprio sistema, com o brasão e a cor do departamento. Nada de notificação genérica de outro resource.
Unidade, alvo com seta e distância, missão com prazo, leitor de placas, câmera corporal e equipamento. Cada peça se posiciona sozinha fora das outras HUDs da cidade, e o oficial pode arrastá-las com /hudpolicia.

O ícone muda pelo assunto (despacho, perícia, corregedoria), com som de rádio e contador para repetidos.

"[E] Coletar · [Q] Placa numerada": um alvo por vez, sem texto flutuando pela tela.

F4 ou /mdt, com o tablet na mão. As permissões seguem a patente e as certificações de cada oficial.

Cada um com hierarquia própria, prefixo de rádio, delegacia, região de chamados e cor. A permissão é uma escala comum, então vale para todos.
Prefixo ADAM · Los Santos
Proteger e servir
Prefixo SIERRA · Blaine County
Lei no deserto
Prefixo PAUL · Paleto Bay
Guardiões do norte
Prefixo ROMEO · Trilhas e parques
A lei também mora na mata
Distâncias, chegadas, permissões, perfis secretos e notas são calculados no servidor. O cliente só pede. Todas as 140 ações passam por um roteador único com limite de requisições e resposta garantida, mesmo em erro.
Laços que dormem longe da cena, consultas em cache e interface que só redesenha o que mudou. Sem textos 3D desenhados a cada frame pela cidade.
Simulação automatizada do servidor (81 casos: turno, jurisdição, alarmes, atendimentos, câmera corporal) e da interface (13 casos), mais um preview da NUI que roda no navegador.
29 tabelas criadas no primeiro start, com importação do MDT antigo (registros, presídio e avatares). Turnos guardados mesmo se o servidor cair.
Funciona com o que a sua cidade já usa. Os eventos antigos de prisão, multa, vestígios e presídio continuam funcionando sem mexer em outros resources.
Sim. O Polícia Evolution substitui mdt, police e evidence num resource só. Os eventos antigos continuam respondendo, e o console avisa no start se algum resource antigo ainda estiver ligado.
Foi construído para vRP (base Creative/Nivora), com oxmysql, PolyZone e OneSync. Toda conversa com o framework passa por uma ponte única, o que facilita a adaptação.
Sim. Tudo fica em arquivos de configuração comentados (departamentos, delegacias, códigos 10, cenários, locais, academia, imersão). O código penal é editado pelo próprio MDT pelo comando.
Os que usam o CallPolice do vRP chegam automaticamente. O pacote 0r-heistpack, o roubo a residências e as testemunhas do lb-tablet já vêm integrados. Outros sistemas podem abrir ocorrências pelo export Dispatch.
Não. As peças desviam do chat, das notificações, do minimapa e de outras HUDs da cidade, e cada oficial pode reposicionar tudo com /hudpolicia.
Os atendimentos 190 só são gerados nas regiões com oficial em serviço. Ocorrências sem unidade expiram sozinhas, e a central nunca deixa nada pendurado.
Fale com a gente para ver o sistema rodando, tirar dúvidas de integração e levar o Polícia Evolution para a sua cidade.